Curitiba faz campanha contra dengue
PUBLICAÇÃO
domingo, 13 de abril de 2008
Equipe da FOLHA 
Curitiba A Secretaria Municipal da Saúde inicia hoje, nos setores de embarque e desembarque do aeroporto Afonso Pena, um trabalho de esclarecimento sobre riscos da dengue. A exemplo do que já ocorre na Rodoferroviária, técnicos distribuirão folhetos aos viajantes e esclarecerão dúvidas.
Entre as recomendações estão a necessidade de proteção em áreas de risco - com uso de repelentes e roupas que cubram a maior extensão possível do corpo e hospedagem em locais que possuam telas nas janelas. A estratégia é útil para evitar o contato com a fêmea do mosquito Aedes aegypti, que transmite pela picada o vírus causador da doença.
Outra dica é a observação dos sintomas - comuns a outras doenças infecciosas -, entre elas febre alta, dor no corpo e no fundo dos olhos e mal-estar geral. Nesse caso, é importante procurar o serviço de saúde mais próximo. A automedicação jamais deve ser adotada.
Curitiba segue sem registrar casos próprios de dengue, mas já contabiliza 13 moradores contaminados fora do município. Até agora, foram registradas 299 notificações e 28 focos do mosquito na cidade.
Rio de Janeiro
Ontem cerca de 40 crianças com dengue, internadas no hospital estadual Anchieta (Caju, zona norte do Rio), foram atendidas em um mutirão organizado por médicos homeopatas da ONG Homeopatia Ação Pelo Semelhante (Haps).
Neste ano, 50 pessoas morreram na capital fluminense pela doença; no Estado do Rio, são 82 mortes confirmadas. O balanço semanal divulgado na quarta pela secretaria contava 75.399 notificações no Estado.
Para dar conta dos pacientes, hospitais públicos e particulares tiveram de criar sistemas de avaliação de risco na fila. Pacientes com suspeita de dengue fazem exames de sangue antes mesmo de serem atendidos. Ainda assim, quem não tem dengue sofre na fila ao lado dos infectados. (Com agências)


