Curitiba demorou 5 anos para instalar 29 delas
Com cerca de 1,5 milhão de habitantes e uma frota de 580 mil veículos, Curitiba tem 29 lombadas eletrônicas. Para chegar a esse número, a cidade - pioneira no Brasil na instalação dessas lombadas - levou cinco anos, já que a primeira foi instalada em 1992.
À primeira vista, a comparação entre esses números e os de Telêmaco Borba resulta numa enorme desproporção. Mas o chefe do setor de Controle de Tráfego em Área (CTA) da Prefeitura de Curitiba, Rogério Falcão, evita analisar o caso do interior.
Em Curitiba, segundo ele, o fator que mais limita a colocação de mais lombadas eletrônicas é o alto custo desse dispositivo - uma média de R$ 30 mil por unidade. Falcão explica que a instalação de uma lombada é precedida de um minucioso estudo, que considera a velocidade média dos carros e as estatísticas de acidentes no local.
Todas as lombadas existentes foram instaladas em locais onde a velocidade é excessiva e há muitos atropelamentos, afirma. Segundo ele, em todos os locais houve queda acentuada no número de acidentes. Para a instalação das lombadas, também são consideradas as características urbanas da via, que deve ter largura mínima de 12 metros.
Ainda este ano deverão ser instaladas lombadas eletrônicas em mais seis pontos de Curitiba: Avenida das Torres, na altura da Curva do Tomate; terminal do Pinheirinho (nas duas vias rápidas); cruzamento da BR-116 com Rua Brigadeiro Franco; cruzamento da BR-116 com Fagundes Varela; em frente à entrada do Jardim Botânico; e na entrada da Ópera de Arame.





