O professor Denilson de Castro Teixeira, enfatiza que a conclusão da pesquisa precisa levar a sociedade a pensar estratégias para mudar este índice, estimulando a população, não só de idosos, a ser mais ativa. ''Se um indivíduo tem o hábito de se exercitar na juventude e na idade adulta, ele chega na velhice com uma reserva melhor. Ele tem mais massa muscular, massa óssea, mais capacidade cardiorespiratória. E quando ele chega no período de perdas no envelhecimento, sente menos e conseguirá se manter bem para continuar realizando as atividades'', esclarece.
Ele explica que, para ser considerado ativo, o indivíduo precisa se engajar em algum exercício físico programado, como academia ou caminhada diária. E ressalta a importância de ficar atento ao escolher a atividade. Segundo ele, é preciso optar por atividades de baixo impacto ou com impacto, mas sob a orientação de um educador físico, que irá analisar cada caso. ''Por exemplo, uma pessoa que tem artrose nos joelhos deve evitar atividades que causem o atrito entre os ossos. O mais recomendado que ela pratique atividades na água, como a hidroginástica, ou mesmo opte por exercícios aeróbicos na bicicleta, que minimiza os riscos de uma lesão.'' (F.C.)

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