Especial para a Folha

Kraw PenasMaquetes que reproduzem acidentes fazem parte da exposição que mostra aspectos do trabalho do Instituto de CriminalísticaO Instituto de Criminalística do Paraná, em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Civil, abriu ontem uma exposição na Biblioteca Pública, em Curitiba, com cartazes, fotografias e maquetes que mostram alguns trabalhos desenvolvidos nas suas seções técnicas.
Com 160 peritos no Paraná (105 em Curitiba), o instituto organiza pela primeira vez uma exposição. ‘‘Nosso interesse é explicar a metodologia de trabalho da criminalística e oferecer à população uma visão mais ampla dos nossos serviços’’, explica o diretor do Instituto de Criminalística do Paraná, Antonio Siqueira.
O secretário de Segurança Pública do Paraná, Cândido Martins de Oliveira, acredita que esta exposição é importante não apenas para valorizar a função da criminalística, mas também para que a população saiba como este trabalho pode lhe ser útil. ‘‘O Instituto de Criminalística não precisa ser usado apenas para solucionar, mas também para prevenir. No caso da compra de um carro usado cuja procedência seja duvidosa, por exemplo, a criminalística pode fornecer dados completos sobre o passado do veículo e de seu proprietário’’, afirma o secretário.
Alguns serviços pioneiros do instituto também fazem parte da exposição, como o envelhecimento fotográfico e a reconstituição de acidentes através de maquetes. Também encontram-se expostos os laudos técnicos de casos que ganharam repercussão nacional, como o desabamento de um edifício em Guaratuba e o acidente no teleférico em Matinhos. A mostra permanece na Biblioteca Pública até 13 de dezembro.

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