O Instituto de Criminalística de Londrina fez ontem exame de resíduos para ver se há vestígios de pólvora nas mãos do comerciante Geraldo Fernandes Júnior, 28 anos. Na terça-feira, ele foi ferido em sua empresa, a Transpetrol Ltda. No local, morreu Antonio Caporali, 79 anos com três tiros no tórax.
Até o início da noite, o delegado Valter Lemos, que preside o inquérito, não tinha ouvido nenhuma pessoa. Na hora do tiroteio só os dois estavam no local. Geraldo está internado no Hospital Evangélico com um projétil alojado na coluna e, conforme Lemos, não tem condições de dar sua versão sobre o caso.
Lemos enviou para exame na criminalística a camisa usada por Caporali. Pediu exame residual na camisa e nos dois projéteis que foram retirados do corpo da vítima. Uma pistola de propriedade de Geraldo Júnior será submetida a exame de balística. A arma foi comprada em 1994. Ao chegar ao local do crime, a polícia encontrou apenas o revólver de Caporali.

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