Criminalística alerta sobre instalação de aquecedores a gás
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 15 de junho de 2001
Erika Wanderbuck De Curitiba 
Com a chegada do frio, começam a surgir os casos de mortes provocadas pela inalação do monóxido de carbono liberado de aquecedores a gás. Neste inverno, a preocupação do Instituto de Criminalística de Curitiba em alertar a população sobre os cuidados a serem tomados para evitar tragédias neste sentido é ainda maior. Em função do racionamento de energia, as vendas do equipamento cresceram em torno de 30% em Curitiba.
No Paraná, foram mais de 100 casos de asfixia provocadas pelo monóxido de carbono em 2000.
Como o gás não possui cor, gosto ou cheiro, a vítima não percebe que está sendo intoxicada. Conforme o grau de intoxicação, além de apresentar sintomas como dor de cabeça, tontura e deficiência respiratória, a pessoa perde a coordenação motora e desmaia.
O primeiro passo para saber se o aquecedor está com defeito, conforme instruções do Instituto de Criminalística, é através da coloração das chamas. Se elas estiverem amarelas e não azuis, significa o equipamento está com defeito e precisa urgentemente de manutenção.
Em apartamentos, o local mais seguro no qual o aquecedor deve ficar é a área de serviço e nunca o banheiro. Em casas, o aparelho deve ser instalado do lado de fora.


