Crime mudou a rotina da PEL ontem
A morte do agente mudou a rotina de trabalho na PEL ontem. O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Paraná, Ademildo Passos, disse que por conta do ''clima de insatisfação'' por parte dos agentes, todos os presos permaneceram dentro dos cubículos e não houve movimentação nos corredores ou no pátio de sol. ''Pretendemos realizar um ato amanhã em sinal de protesto para cobrar a polícia para que as investigações possam solucionar esses casos. Já é o terceiro caso de agente da PEL morto e isso não pode ficar assim. Percebemos que de alguns meses para cá o clima tem ficado mais tenso dentro da PEL'', disse.
Francisco é o terceiro agente da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) assassinado em um período de sete meses. Antes dele, em junho de 2007, Luiz Carlos Marquetti, 46, foi morto em circunstância semelhante, também na Zona Norte de Londrina. Três meses depois, o agente Gilson Leonel Ramos, 37, foi assassinado em Cuiabá, capital do Mato Grosso, enquanto passava férias. (F.B.)





