* Entre 1991 e 96, a Região Metropolitana de Curitiba ficou em primeiro lugar no País na taxa de crescimento populacional. O índice chegou a 3,36% ao ano.
* O município de Fazenda Rio Grande, que se desmembrou de Mandirituba há nove anos, apresentou a maior taxa de crecimento anual: 12,57%. Segundo a diretora ténica da Comec, Zulma Schussel, o preço dos lotes no município ‘‘estavam mais em conta do que em outras regiões’’.
* A população dos 25 municípios que compõem a RMC era de 2.061.520 habitantes em 1991. Cinco anos depois, o número de pessoas era de 2.431.804.
* Sete cidades detêm 88,5% da população total da região metropolitana. São eles: Curitiba (1.476.253), São José dos Pinhais (169.035), Colombo (153.698), Pinhais (89.335), Campo Largo (82.972), Araucária (76.684) e Almirante Tamandaré (73.018)
* Curitiba apresentou uma das menores taxas de crescimento da região metropolitana: 2,34% ao ano. O presidente do IPPUC, Luiz Hayakawa, explica que a capital não tem mais espaços e as novas levas de moradores têm que procurar outros municípios.
* A diretora-técnica da Comec, Zulma Schussel, diz que o comportamento da capital no crescimento demográfico é normal.‘‘É natural nas regiões metropolitanas que a população se espalhe pelos municípios limítrofes’’, explica.

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