Agentes de saúde continuam fazendo coletas de sangue e fezes de crianças da região norte de Foz do Iguaçu, na tentativa de conter o avanço do rotavírus. Técnicos da Divisão de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde também orientam a população sobre a limpeza das casas e higiene dos alimentos.
A última epidemia do rotavírus na cidade foi há dois anos, com o registro de 5 mil casos. Anteontem, uma creche da região norte de Foz foi interditada depois que um surto da virose deixou 20 crianças e seis funcionários doentes. O prédio foi desinfectado com alvejante e álcool, inclusive móveis e brinquedos das crianças. A entidade volta a funcionar somente semana que vem.
‘‘Foi o primeiro surto de rotavírus este ano na cidade’’, destacou a coordenadora da Vigilância de Saúde, Alice Maria Macedo, lembrando que equipes do setor de Epidemiologia já visitaram as crianças infectadas e coletaram fezes para novos exames.
O rotavírus é altamente contagioso. Uma infecção aguda atinge as vias respiratórias e provoca febre alta, dores abdominais, diarréia, vômito e desidratação, podendo levar à morte.

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