Pelos menos 60% das 105 crianças que frequentam a Creche Municipal Celeste Sottomaior em Foz do Iguaçu voltaram ontem ao local, depois do registro de 26 casos de rotavírus.
O restante que apresentou possíveis sinais da doença aguarda o fim do período de incubação, que dura uma semana.
Segundo a coordenadora da entidade, Vanderléia Fátima Ramos, a determinação de não trazer os alunos com suspeita de contaminação foi discutida pessoalmente com os pais.
A Creche Sottomaior permaneceu interditada desde quarta-feira passada, período em que passou por uma desinfecção total. A Secretaria Municipal de Saúde ainda não divulgou um relatório oficial sobre os casos da creche e nem deoutras ocorrências registradas na cidade. Entre elas está a denúncia de Everaldo Pires e Chrystine Bini Pires contra a Creche e Pré-Escola Evangélica. O casal chegou a internar a filha de apenas 11 meses, no Hospital Costa Cavalcanti. A sócia-proprietária da creche, Maria Aparecida Lopes, iniciou o processo de desinfecção no final de semana.
O rotavírus possui três graus de contaminação. O mais grave atinge as vias respiratórias e provoca febre alta, dores abdominais, diarréia, vômito e desidratação, podendo levar o doente à morte.

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