Representantes da Crabi seguiram ontem para Curitiba na expectativa de obter posicionamento definitivo da Copel sobre a área para o reassentamento, que deve abrigar 235 famílias.
A disposição dos agricultores é de ocupar a Fazenda Piquiri imediatamente para impedir qualquer trabalho relacionado a aeroporto, caso não lhes seja oferecido outro local para o reassentamento. ‘‘Estamos cansados de dizer que não somos contra a obra. Simplesmente não podemos ser obrigados a ir para aquele local’’, afirma José Uliano Camilo.
Segundo o coordenador da Crabi, se as famílias tivessem sido informadas previamente da destinação do espaço para o aeroporto, não teriam aprovado o reassentamento. ‘‘E não haveria toda esta confusão’’, disse. ‘‘Para a comissão, preocupa o fato de ninguém esclarecer a origem de tudo isso’’, desabafou.
Infra-estrutura A Copel já fez a divisão dos lotes na fazenda e prepara a infra-estrutura comunitária. A construção das casas deve ser iniciada logo para que o reassentamento seja possível ainda no primeiro semestre do ano que vem.
‘‘Não há mais o que discutir em relação à localização do aeroporto’’, afirmou Barreiros.

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