A CPI estadual do Narcotráfico, que também investiga a suposta comercialização de órgão humanos entre o Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba e universidades de medicina, será prorrogada por mais 60 dias. Nesta semana os membros da CPI encaminham um pedido à Assembléia Legislativa para que possam ser concluídos os trabalhos.
Juntamente com a entrega do relatório das investigações, o deputado estadual Algaci Túlio (PTB), presidente da CPI, pedirá a redução do número de integrantes dos 11 atuais para sete. Com isso ele pretende agilizar os procedimentos da CPI, por exigir um quórum menor para as deliberações e pedidos de prisão para os envolvidos que mentirem ou terem comprovadas as fraudes ou vendas de órgãos.
Os parlamentares que compõem a CPI devem pedir, na semana que vem, a prisão preventiva do professor Sérgio Luiz Pereira, responsável pelo Departamento de Anatomia Humana da Universidade Tuiuti. Ele é acusado de ser o responsável pela suposta comercialização de órgãos e cadáveres de indigentes destinados para a pesquisa.

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