Na matéria publicada ontem no Caderno Londrina ‘Morte de feto revolta família’, há uma informação incompleta. O diretor da Maternidade Ari Parreira ressalta que o exame denominado cardiotoco, feito em Patrícia Eufrauzina, detectou que os batimentos cardíacos do feto estavam normais e também a ausência de contração uterina. Na matéria consta que a contração uterina estava normal. A família de Patrícia acusa a Maternidade de não ter prestado atendimento a Patrícia, provocando a morte do feto de nove meses de gestação.

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