Cornélio Procópio A Prefeitura de Cornélio Procópio lançou, na última semana, uma campanha contra o vandalismo. A Secretaria Municipal de Finanças estima que são gastos, pelo menos, R$ 5 mil por mês para a recuperação de obras danificadas. Além disso, até o final de maio o município deve gastar R$ 40 mil para repor as 160 lixeiras depredadas nos últimos 12 meses. As áreas mais visadas pelos vândalos são as escolas, postos de saúde, quadras de esporte e centros comunitários.
Os organizadores da campanha querem conscientizar e estimular os moradores a denunciar ações de vandalismo por meio dos fones 190 e 161 da Polícia Militar. A campanha foi lançada porque a administração municipal constatou um aumento no número de casos de depredação de obras públicas. A iniciativa tem o apoio de vários segmentos da comunidade, além da PM.
O programa não tem um prazo determinado de duração e visa esclarecer a população. O slogan da campanha Destruição do Patrimônio Público - Quem Paga a Conta é você visa alertar que a reparação dos bens é financiada com recursos públicos. A campanha foi desenvolvida pelo Departamento de Comunicação e estão sendo usados cartazes e adesivos, além de veiculação nas emissoras de televisão e rádio e jornais.
A estimativa do Departamento de Educação é de que três escolas/mês são danificadas com a quebra de vidros, furto de materiais e destruição de quadras de esporte. A diretora do departamento, Terezinha Rocha Gomes, disse que as escolas de todo o município são atingidas.
A direção do Departamento de Finanças informou que nem o cartão postal de Cornélio Procópio, a praça do Cristo, foi poupado pelos vândalos. A fiação elétrica da praça teve que ser substituída mais de uma vez.
O secretário municipal de Finanças, Roberto Deustch, disse que o espaço cultural, ao lado da praça do Cristo, também precisa ser reformado após a realização de eventos. ''Eles levam a fiação, lâmpadas e quebram os banheiros'', lamenta.
O banheiro da praça Botafogo, segundo Deustch, precisa ser reformado anualmente devido à ação de vândalos. O secretário explica que os atos mais comuns são a depredação de placas, semáforos, bancos de praça e lixeiras. Todos os equipamentos são substituídos regularmente.

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