Aparecida Castro da Silva Araújo, 42 anos, e sua filha, Aline Araújo, de 9 anos, eram doadoras de órgãos. Segundo a coordenadora geral da Central de Transplantes, Elza de Lara, as duas já haviam manifestado em vida a sua vontade de doar seus órgãos após a morte. ‘‘Como a morte foi súbita e a retirada dos órgão só pôde ser feita após a parada dos batimentos cardíacos, elas puderam doar apenas as córneas’’, informou.
A retirada das córneas foi viabilizada pela equipe da Central de transplante ainda na madrugada de ontem. A atitude de Aparecida e Aline Araújo vai beneficiar quatro pessoas; cada uma receberá uma córnea. Só na região da Central de Transplante de Londrina, que engloba 98 municípios, 232 pessoas esperam na fila pela doação de uma córnea. (C.B.)

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