Copel mantém aposta na força das águas
Por definir o Paraná como ''abençoado pela natureza'', o gerente do departamento de plenajamento de expansão de energia da Copel, Hélio Mitsue Sugai, diz que o estado tem um potencial grande de geração e se mantém economicamente atrativo.
''Possuímos hoje mais de 15 mil megawatts de produção. Além disso, tem a capacidade de pouco mais de 4 mil megawatts de usinas ou Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) a serem construídas ou que já foram outorgadas ou identificadas'', observa.
E foram justamente as construções das PCHs que ficaram emperradas durante os últimos anos em função da falta licenças prévias, necessárias para a posterior licença de instalação e operação. ''Nesse período, muitos investidores acabaram optando por outros estados. Acredito que agora devem retornar ao Paraná, já que o Governo voltou a emitir as licenças.''
De acordo com o gerente, os investimentos atuais da Copel estão voltados essencialmente em hidrelétricas, apesar de alguns projetos em biocombustível e energia eólica. ''Os projetos são Usina de Mauá, no Paraná, e usina no Mato Grosso.'' Os investimentos são na ordem de R$ 1 bilhão, com a participação da Eletrosul, e R$ 120 milhões, respectivamente. Somente a Copel é responsável por produzir mais de 4,5 mil megawatts no estado. A UHE de Mauá irá produzir 361 megawatts. (M.T.)





