Cope inicia segunda etapa da investigação
Curitiba - Mesmo com a solução do crime, as investigações continuam. O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) está com a responsabilidade de identificar e indiciar outros membros que tenham possíveis ligações com facções que pregam a hegemonia da raça branca.
De acordo com o secretário da Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, as investigações para identificar, processar e prender outras pessoas estão bastante avançadas. ''Qualquer tipo de discriminação e preconceito é proibida pela lei. Então, qualquer ligação com movimentos neonazistas é considerada crime'', afirma.
O fato de o crime ter acontecido no Paraná levanta a suspeita da força do movimento no Estado. O secretário de Segurana Pública, Luiz Fernando Delazari, descarta a hipótese. Ele não acredita que o número de membros em movimentos antissemita seja grande e não há receio de que os ideais de racismo possam crescer. ''Vivemos em uma democracia que não admite por lei a discriminação'', reforça.
Para o delegado-chefe do Cope, Miguel Stadler, agora começa a segunda etapa da investigação, apesar do inquérito sobre o assassinato do casal estar, praticamente, concluído. '' O 'Projeto' é a segunda parte da investigação'', afirma. Stadler confirmou estar investigando outras pessoas, ligadas a Dayrrel, que poderiam ser mortos (T.A. e D.R.)





