Coordenador nega falta de orientadores
O coordenador da Zona Azul, Wellington Luís Marcatti, defende-se das reclamações dos usuários. ''Contamos com 200 orientadores e eles estão aptos a ensinar os usuários a fazerem uso dos parquímetros, que é bastante simples. Bastam alguns minutos para aprender a manuseá-los. O equipamento é muito vantajoso para quem não sabe quanto tempo irá permanecer na vagas, pois evita pagamento a mais e também a cobrança pelo tempo excedido'', afirmou Marcatti.
Em relação ao tempo de permanência, ele destaca que o prazo máximo é de quatro horas no Centro Cívico e nas ruas Belo Horizonte, Santos e Paranaguá e de duas horas nas demais vias. ''Todos os funcionários da Zona Azul são orientados para não aceitarem pagamento pelo tempo usado acima do limite. Isso porque o intuito é promover o rodízio entre os veículos. Quem utiliza as vagas acima dos períodos previstos na legislação municipal deve pensar que amanhã ou depois é ele quem pode precisar de uma vaga e não encontrar. Além disso, os infratores ficam sujeitos a multas aplicadas pelos agentes da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) de Londrina'', ressalta o coordenador.
Sobre à falta de orientadores em algumas vias, o coordenador diz que esse é um problema pontual. ''Eventualmente sofremos faltas por problemas de saúde e alguns trechos ficam sem orientadores por algum período, mas isso por conta de alguns imprevistos'', destaca.
Atualmente o bóton que dá acesso aos parquímetros é comercializado por R$ 8,00 e a Zona Azul cobra uma taxa de R$ 2 (hora) e R$ 1 (meia hora) pela utilização das vagas de estacionamento. A assessoria de imprensa da CMTU informou que, apesar da ampliação do número dos equipamentos eletrônicos, não previsão de ampliação do número de vias atendidas pela Zona Azul. (M.R.)





