Além de contar com o sindicato, Foz do Iguaçu possui uma cooperativa para suprir as necessidades dos filiados (como recibos de pagamento) e controlar o cadastro onde estão registradas as qualificações específicas de todos os cooperados (idiomas, conhecimento técnico e científico, entre outros).
Anselmo Santos, João Inácio Fink e Zedequias Silva disseram estar satisfeitos com a atuação da entidade, criada em 1º de fevereiro deste ano. ‘‘A cooperativa está fazendo um bom trabalho graças também ao ótimo relacionamento entre nós. Somo autônomos, mas não brigamos pelos clientes’’, disse Santos, que há 31 anos atua como guia na cidade.
Os três trabalham no Parque Nacional do Iguaçu. Diariamente, cerca de 15 guias fazem revezamento no escritório próximo à entrada, seguindo uma escala montada por ordem de chegada. ‘‘Mas se precisarem de alguém que fale japonês, por exemplo, será enviado aquele que souber o idioma independente da lista’’, explicou Fink.
Cada guia ganha R$ 40,00 para acompanhar um grupo durante um passeio pelo parque, valor considerado satisfatório pelo trio. Durante o verão eles chegam a fazer três passeios diários. ‘‘Mas isso é raro. Normalmente trabalhamos somente com um grupo por dia, para que eles realmente conheçam a maioria das curiosidades do parque. Em dias de chuva ou de muito frio, muitas vezes nenhum de nós consegue trabalhar’’, admitiu Silva.

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