O médico veterinário Marcos Shiozawa conta que os hamsters mais comuns no Brasil, que são os das espécies chinês (menores e mais dóceis) e europeu (maiores e mais agitados), convivem bem com gatos e cães, desde que adaptados desde pequenos. ''Os roedores são naturalmente presas para esses animais e, se eles não forem acostumados desde cedo, isso pode causar estresse no roedor'', explica.
Quanto a reações alérgicas em seres humanos, o veterinário explicou que isso dificilmente acontece com os roedores. No entanto, a fim de evitar a proliferação de qualquer tipo de doença, tanto para o animal quanto para seu proprietário, Shiozawa recomenda que a gaiola seja limpa diariamente com água e sabão e, uma vez por semana, com desinfetante sem cheiro. É importatne também trocar diariamente a ração e a água. ''O forro nunca deve ser de serragem ou jornal, mas de papel guardanapo'', orienta.
Ele explica que, ao comprar o hamster, a pessoa deve observar se o local e o animal estão em boas condições de higiene, bem alimentados e ativos. Ele detalha também que os animais não devem apresentar secreção ocular ou nasal, nem ter falhas de pelo e descamação da pele. (F.C.)

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