O contrato de prestação de serviços assinado entre Sanepar e Prefeitura de Londrina está sendo alvo de análise pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente. A promotora Maria Lúcia Reichenbach informa que a 3ª cláusula do documento é ilegal por delegar à empresa competência do prefeito de estabelecer valores de tarifa. O secretário de Negócios Jurídicos, Eduardo Duarte Ferreira, disse o contrato deve ser analisado de acordo com a época em que foi discutido, ou seja, 1973. A promotora critica a política de investimento da Sanepar. ‘‘Todos os recursos recolhidos em Londrina vão para Curitiba.’’ Segundo dados anexados à ação proposta contra a Sanepar, em 97 foram recolhidos cerca de R$ 12,5 milhões na cidade, refentes ao tratamento de esgoto. ‘‘Deste total, 50% voltaram para cá e em esgoto foram investidos R$ 5 milhões.’’ (BB)

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