Continuam buscas por vítimas no metrô de São Paulo
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domingo, 14 de janeiro de 2007
Agência Estado 
São Paulo - Ainda não há previsão de quando serão liberadas as pistas expressa e local da Marginal Pinheiros, sentido Rodovia Castello Branco, interditadas em razão do desabamento do canteiro de obras de construção de um trecho da linha 4 do Metrô, na tarde de anteontem.
De acordo com a Central de Operações da Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) de São Paulo, a liberação das faixas depende da evolução dos trabalhos de busca por vítimas coordenados pelo Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. Segundo os Bombeiros, a procura está sendo feita ininterruptamente.
Continua desaparecido o microônibus da empresa Transcooper, cuja suspeita é de que tenha caído na cratera aberta pelo desabamento. Em entrevista à Agência Estado, o vice-presidente da companhia, Paulo Roberto Santos, disse ontem que não tinha novidades em relação ao assunto.
Ele calcula que além do motorista e do cobrador, estariam na van cerca de cinco ou seis passageiros, número de pessoas com o qual o coletivo costuma iniciar seu trajeto, ali nas imediações. Santos, citando avaliações do corpo de bombeiros, disse que a localização está complicada porque as escavações são dificultadas por novos deslizamentos.
Rodízio - A Prefeitura de São Paulo avalia a antecipação da volta do rodízio municipal de veículos na capital, em razão do acidente de sexta-feira. De acordo com a assessoria do prefeito Gilberto Kassab, se o metrô mantiver a orientação de que as pistas expressa e local da Marginal Pinheiros sigam interditadas, o rodízio de veículos poderá ser retomado já nesta segunda-feira. Caso as pistas sejam liberadas, será mantida a suspensão até o dia 26 de janeiro, com a volta do rodízio no dia 29 de janeiro. ®MDNM¯


