Contador diz que tomar café e ler virou rotina
Sábado, nove e meia da manhã, e o centro de Curitiba já está fervilhando. Nos tradicionais cafés da XV, há disputa pelo balcão. Mas, acomodado numa confortável cadeira do Ritz Café, o contador Ruy Mano, encontra tempo para ler uma revista, enquanto come um pão de queijo, acompanhado de um cafezinho preto. É uma rotina, conta ele. Sempre a esta hora paro, tomo um café e aproveito para bater um papo. É uma forma de lembrar os bons e velhos tempos.
É com saudade que o contador se refere ao antigo Café Guaiacá, na esquina da Ébano Pereira. Ele era bem assim, como estes modernos que estão aparecendo. Não tinha aquela coisa de tomar o café e sair correndo. Acho que as pessoas estão resgatando um pouco daquela época. E com uma vantagem, um cafezinho aqui não custa mais do que na rua, R$ 0,40.





