Construtora remove materiais que poderiam causar acidente ecológico
A CSO Construtora de Obras, de Maringá, começou anteontem a limpeza de uma área utilizada pela empresa como base de apoio da empresa nas obras de construção das vias marginais à PR-445, próximo ao Catuaí Shopping Center, em Londrina. No local estavam esparramados centenas de litros de óleo e piche, além de sobras de construção, conforme matéria publicada ontem no caderno Cidades. Havia ameaça de que, com chuva, o material pudesse contaminar o Ribeirão Capivara, que corre logo abaixo da área.
Ontem de manhã, o óleo e o piche já haviam sido removidos pela CSO. Os fiscais Luiz Campanha Filho e Miguel Palugan, da Autarquia do Meio Ambiente (AMA), também estiveram no local e informaram que a empresa também se comprometeu a retirar toda a sobra de material de construção que ainda estavam lá, como manilhas e ferragens. A área utilizada pela empresa é alugada e deve ser devolvida ao proprietário assim que a limpeza for concluída. Mas o problema do óleo e do piche já foi sanado, destacou Campanha Filho.
A AMA tomou conhecimento do problema quarta-feira, através da reportagem da Folha, e ordenou que a limpeza da área fosse feita rapidamente, sob pena de multa. A multa para este tipo de irregularidade varia de R$ 30,00 até R$ 900,00, conforme a gravidade.Dorico da SilvaFiscalizaçãoOs fiscais da AMA estiveram ontem no local onde foi deixado piche e óleoLúcio Horta





