''O que você estraga tem que arrumar. O colégio é de todos'', declarou o estudante Rafael Luiz Baladelli, 16 anos, contando, orgulhoso, que já carregou materiais e lixou carteiras.
Empolgadas, as alunas Bruna, Nayara e Marina, todas de 8 anos, concordaram que agora vão ter mais vontade de ir à escola. ''O quadro-negro tinha um buraco deste tamanhão. Agora, a professora já falou que vai encher o quadro''.
O técnico de laboratório Claudinei Toledo não reclamou de retirar chicletes grudados sob as carteiras. ''Depois do trabalho pronto, vendo a felicidade das pessoas, a gente se sente recompensado. Afinal, é através de pequenos atos que a gente ajuda a construir um país melhor'', alegou. Para ele, ajudar o próximo é uma forma de se conscientizar também de que os próprios problemas muitas vezes não são tão relevantes.
A dona-de-casa Edna Maria Gomes Rodrigues levou o marido e o filho para ajudar . ''Se todo mundo fizesse um pouquinho, o mundo melhoraria bastante''. (A.I.)

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