Construção das casas é feita em sistema de mutirão
As famílias beneficiadas pelo projeto Onde Moras foram selecionadas por representantes da associação de moradores, Rotary e movimentos religiosos. Possuir um lote urbanizado e registrado em nome da pessoa, morar no local por alguns anos e ter um representante da família integrando a equipe de trabalho são alguns dos critérios de seleção. O representante indicado deve ter mais de 18 anos.
Esta equipe de trabalho é dividida em dois grupos de desmanche e de construção das novas moradias, mas as atividades ocorrem ao mesmo tempo. A casa tem 40 m2, divididos em dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O projeto, aprovado pela prefeitura, privilegia uma ampliação do imóvel para quando o proprietário tiver interesse e condições de fazê-lo. O tempo previsto para a construção é de 15 dias.
A obra exige ainda outros materiais como areia, cal, cimento, ferros, pedras, material hidráulico e elétrico. Cada casa tem um custo aproximado de R$ 1 mil, mas não serão repassados às famílias. O Rotary está arrecadando doações junto ao empresariado local. Esperamos que o nosso trabalho incentive outros grupos, ampliando assim o número de famílias atendidas, explica Vera Maria Canziani Silveira, membro da diretoria do Rotary.
Em 1998 o projeto Onde Moras foi inscrito no II Prêmio Herbert de Souza Betinho, organizado pelas Associações de Funcionários do Banco do Brasil e o Governo Federal, e ficou com o 2º lugar. O prêmio de R$ 5 mil foi investido no projeto. (C.G.)





