Conserto de estradas pode demorar 1 mês
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domingo, 06 de fevereiro de 2005
Fernando Rocha Faro<br> Reportagem Local 
O conserto dos estragos causados pelo excesso de chuva em janeiro nas estradas da Zona Rural de Londrina pode demorar cerca de um mês. Uma empresa foi contratada em regime de emergência e está auxiliando as equipes da prefeitura nas obras. Os pontos críticos identificados com auxílio dos motoristas do transporte escolar estão sendo priorizados. As readequações são necessárias para garantir o acesso de estudantes às escolas da região.
''As condições não vão estar 100% até o começo das aulas, mas as situações mais críticas estarão bastante amenizadas'', avaliou o diretor de desenvolvimento da Secretaria Municipal da Agricultura e Abastecimento, Osvaldo de Souza Campos Júnior. O início do ano letivo foi adiado de 1º para 14 de fevereiro por força das condições precárias das estradas. Os acessos aos distritos de São Luiz, Lerroville, Guaravera e Maravilha foram os mais prejudicados pelo excesso de água.
A diminuição no ritmo de chuvas dos últimos dias está possibilitando o andamento das obras. Os operários não terão trégua nem mesmo durante o carnaval. Duas pontes nas estradas Sete Casas e numa vicinal da Brasília, que dão acesso a São Luiz ficaram destruídas. A compra do material está sendo providenciada de forma emergencial para viabilizar a reconstrução.
A contratação da empresa Trevo custou R$ 112.225,00 para o prazo de 90 dias, que pode ser prorrogado por mais 180. O prejuízo provocado pelas chuvas foi estimado em pelo menos o dobro deste valor. ''O prazo de cerca de 30 dias deve ser cumprido. A não ser que as chuvas voltem com a mesma intensidade do mês passado'', avaliou o coordenador de obras da Secretaria Municipal de Obras, Joaquim Wargha. De acordo com dados do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), as chuvas de janeiro em Londrina somaram 408,6 milímetros. A média histórica do período é de 203 mm.


