Conselho reivindica módulos fixos
De acordo com o membro do Conselho Municipal de Segurança, o engenheiro civil Claúdio Espiga, ''foi feito um levantamento, antes da implantação da Guarda Municipal, que projetava que o número de efetivo ideal para a cidade, segundo parâmetros da ONU, seria de 2 mil policiais.'' ''Como hoje tem a guarda esse número cairia para 1,7 mil talvez'', comentou. Atualmente o efetivo na cidade não chega a mil policiais.
Espiga criticou um dos projetos do programa, que prevê a instalação de módulos móveis da polícia. ''Acredito que tem que ser módulos fixos, para a pessoa e o bandido saber que naquela esquina, não importa a hora, tem um policial'', comentou.
O tenente Tiago Orlandini, do Comando Regional Norte da Polícia Militar, afirmou que ''a defasagem em relação à segurança é parelha em todo o Estado e o programa pretende atender todas essas necessidades, no entanto ainda não foi concluído o estudo que define com o que cada região vai ser agraciada.''
O porta-voz do 5º Batalhão, capitão Ricardo Eguedis, comentou que ''a expectativa é grande com o investimento de segurança, implementação de novas políticas públicas, principalmente contratação de efetivo e a própria modernização, com criação de bases aéreas e do Boletim Ocorrência Eletrônico.''
Nos próximo quatro anos o governo estadual pretende contratar 10,2 mil policiais (8 mil PMs e 2,2 mil civis), construir 400 módulos policiais, criação de 95 delegacias, compra de 3,2 mil viaturas.
Londrina, Maringá e Curitiba terão prioridade na construção de novas sedes dos institutos de Criminalística e Médicos Legais (IMLs). As obras em Londrina devem começar em janeiro de 2012.





