Frequentadores e moradores do entorno do Parque Artur Thomas (zona sul), que se intitulam os Amigos do Parque, levaram ontem à noite, ao auditório da Companhia de Desenvolvimento de Londrina (Codel), propostas de readequação, manutenção e correção do local. O documento foi entregue aos representantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente. ''Nós estamos preocupados com os problemas que as chuvas fortes vêm causando às vias de acesso ao parque'', disse Helenita Antônio, uma das moradoras.
O presidente do conselho, o secretário municipal do Meio Ambiente, Padre Dirceu Fumagalli, recebeu o documento, que denuncia a falta da rede de esgoto e a existência de casas sem fossas assépticas, escoando seus dejetos nos canais de águas pluviais do parque. A má conservação das cercas e dos caminhos pavimentados, a erosão das encostas, lavadas pela água da chuva, e a contaminação das nascentes foram outros problemas apontados.
Os frequentadores sugerem no documento um estudo de readequação da rede de captação da água pluvial, limpeza das galerias existentes, levantamento do número de casas que não possuam fossas, além de um trabalho de conscientização dos funcionários responsáveis pela limpeza do parque e da população circunvizinha ao parque. No documento, eles ressaltam a importância do Artur Thomas, que tem 82,75 hectares e é um remanescente da fauna e da flora da região.

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