Conselho quer mais um batalhão da PM
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quarta-feira, 26 de julho de 2006
Fernanda Borges<br>Reportagem Local 
O novo presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Londrina, que tomou posse ontem à noite, é advogado e morador de Londrina há 61 anos. Em 1982, ano em que o conselho foi fundado, Jorge Zeve Coimbra Neto atuou como secretário e também já passou pela presidência nos anos de 96 e 97. Desta vez, Coimbra foi indicado pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis (Secovi).
''Sempre tive vontade de atuar porque percebemos que as entidades que compõem o conselho estavam atuando separadamente. Cada uma ia lá e tentava mobilizar alguma coisa em relação à segurança. Agora estamos todos com o mesmo objetivo, que é a preocupação com Londrina'', disse Coimbra, que já foi chefe do gabinete da prefeitura e diretor da Sercomtel.
Cerca de 60 entidades compõe a entidade. Não há nenhuma sede, o trabalho dos envolvidos que são indicados pelas próprias entidades é voluntário e a diretoria se renova a cada dois anos. Para Coimbra, todo trabalho voluntário é difícil, porém ele salientou que espera poder contar com a ajuda da sociedade. ''Uma entidade que atua sozinha realmente fica difícil. Queremos o bem da cidade como um todo''. ressaltou.
Coimbra disse já ter visitado alguns órgãos de segurança da cidade e afirma que o papel do conselho será de ''projetar e pensar a cidade para o futuro''. Um dos pontos levantados pelo novo presidente é em relação ao efetivo da Polícia Militar. Para ele, não adianta trazer policiais de outras cidades para atuar em Londrina.
''Queremos lutar pela criação de um novo batalhão, que passe a funcionar na Zona Norte. Mas queremos uma mobilização em que os políticos acreditem na idéia e que a sociedade participe com reivindicações. Além disso também queremos batalhar o projeto de mudança de endereço da 10 Subdivisão Policial para um terreno em frente ao 4º Distrito.''


