Conselho de Saúde tem novos representantes
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quarta-feira, 07 de março de 2001
Da Redação 
Em reunião ontem em Curitiba, na sede da AMP (Associação dos Municípios do Paraná), com a participação de cerca de 200 prefeitos do Estado, foram definidos os nomes dos 12 novos conselheiros do Consórcio Intergestores Paraná Saúde. O atual presidente do Conselho Deliberativo do Consórcio, Renê Santos, foi reeleito para o cargo. O órgão é formado por cinco prefeitos, dois secretários municipais de Saúde e cinco membros da Secretaria Estadual de Saúde.
Eleitos para um mandato de um ano, os três prefeitos que vão integrar o Conselho são José Antonio Gargantini (de Mandaguaçu), Luiz Ernesto de Giacometti (Palotina) e Cezar Manfron (Almirante Tamandaré). Os dois novos secretários municipais de Saúde do Conselho são Rogério de Souza Duarte (Pontal do Paraná) e Antonio Carlos Figueiredo Nardi (Marialva).
O Consórcio Intergestores Paraná Saúde foi criado para possibilitar a compra conjunta de remédios a preços mais baixos. A mudança de nome ocorreu para possibilitar que o órgão também passasse a fornecer aos 353 municípios associados os chamados insumos médicos como luvas de borracha, seringas, agulhas descartáveis a preços reduzidos. A intenção é que este benefício comece a ser colocado em prática este ano.
Para que isto aconteça, porém, os municípios que integram o Consórcio devem receber autorização do Tribunal de Contas. O TC vai nos indicar quais caminhos podemos tomar para obtermos mais recursos e, com isso, ampliarmos os serviços oferecidos pelo Consórcio, explicou o ex-prefeito de General Carneiro e presidente da AMP, Sebastião Sérgio Steptjuk. Numa seguida etapa, até equipamentos médicos podem ser adquiridos pelo órgão.
O Consórcio foi criado em 8 de junho de 1999 com a extinção da CEME (Central de Medicamentos). A Paraná Saúde recebe R$ 660 mil por mês (R$ 408 mil do Ministério da Saúde e R$ 252 mil da Secretaria Estadual da Saúde), o que possibilita a compra de 7,5 milhões de unidades de remédios/mês. O limite máximo de recursos em medicamentos enviados aos municípios é de R$ 1,5 por habitante/ano.


