Conselho Consultivo decide a racionalização dos serviços
Desde a primeira semana de novembro já está funcionando no IPE o Conselho Consultivo e de Assessoramento à Superintendência. Orientado para as áreas de assistência médica e odontológica, o órgão foi criado para participar da elaboração, implementação e acompanhamento de políticas, planos e projetos nas áreas médica e odontológica.
Segundo o superintendente do IPE, André Zacharow, a idéia do funcionamento do conselho é propriciar a melhoria da qualidade dos serviços prestados diretamente pelo instituto ou através de conveniados.
Um dos mecanismos para garantir esse perfil será a realização de avaliações periódicas de desempenho do instituto e o desenvolvimento de projetos de modernização e eficiência do atendimento, além da adequação das despesas ao fluxo financeiro do instituto.
No último dia 4, o conselho apresentou sugestões para melhorar a área de atendimento. Uma das propostas, que será implementada, prevê a ampliação do número de estagiários, estudantes de cursos superiores de diversas áreas, que ajudarão a compor o quadro de atendimento e também na execução de algumas áreas mais técnicas, como nos setores de informática e administração.
Para Zacharow, as propostas discutidas durante as reuniões do conselho permitirão a racionalização dos serviços com a consequente redução de custos e melhoria de qualidade em benefícios dos servidores públicos segurados.
Com reuniões semanais, todas as quartas-feiras, pela manhã, o conselho discute problemas e aponta soluções em todas as áreas.
Além das questões de rotinas administrativas, procedimentos nos setores médico e odontológico também são analisados pelos membros do conselho, que buscam práticas mais ágeis e de melhor resultado.
Um exemplo de medida na área médica implementada a partir de sugestão do conselho é o caso de procedimentos de alto custo que vinham se repetindo em função da falta de integração entre os setores. Era comum um clínico geral solicitar procedimentos de exames que geralmente deveriam ser de um especialista.
O conselho sugeriu a revisão dessa prática. Com a nova postura, o clínico geral encaminha o seu paciente para um especialista que definirá novos procedimentos.
Com isso, não há concentração de demanda nos laboratórios. Melhora a qualidade dos serviços e do atendimento e ainda há a redução dos custos do IPE.





