Conjunto de 21
casas não é o
único parado
O conjunto de 21 casas invadidas que está sendo retomado não é o único com obras paralisadas em Roncador. No ano passado, a prefeitura já teve que terminar um conjunto de 24 casas que a administração anterior havia deixado pela metade. Agora, a Cohapar também está autorizando a liberação de recursos para conclusão de um conjunto de 26 casas que também estavam paralisadas há cerca de quatro anos.
Nesse outro conjunto, no entanto, não houve invasão porque as obras não passaram das fundações. Para que seja concluída, cada casa terá que receber R$ 4,3 mil. O dinheiro será liberado em cinco parcelas. Por enquanto, no entanto, a Cohapar ainda está selecionando os mutuários. Já um outro conjunto de 12 casas previsto para o distrito de Alto São João não será mais construído.
A Cohapar chegou a liberar parte do dinheiro para as obras, há cerca de três anos, mas elas nunca foram iniciadas. Como o distrito ganhou uma vila rural, a companhia considera que não há mais demanda para as casas. Em toda a região de Campo Mourão, há apenas mais um conjunto paralisado. É no patrimônio de Marilu, em Iretama (70 km ao sul de Campo Mourão). A Cohapar estuda a transformação do conjunto em vila rural. (Sid Sauer)

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