- Ivan Borges, contra quem já haviam várias acusações em outras comarcas, foi preso pela PM no dia 9, em cumprimento a mandado judicial, no bairro Country, de classe alta
- Foram encontrados na casa de Borges um carro, arma proibida e outros objetos da PC. Segundo a 15ª SDP, ele apenas estava fazendo reparos no carro e armas e objetos haviam sido deixados em seu interior por um policial. Ouvido no Fórum, Borges negou atuar como policial e isentou policiais de envolvimento
- A Justiça determinou que Borges fosse preso no 6º BPM, onde já estava o cabo Paulo Sérgio da Silva, da PM de Rondônia, acusado de tráfico de entorpecentes
- O cabo relatou ao Comando do 6º BPM ter ouvido Borges falar com sua mulher, Edinéia Sicbneihler, sobre a ‘‘encomenda’’ do assassinato do juiz Pacagnan (e de promotores) porque, ao expedir o mandado para sua prisão, ele teria ‘‘assinado sua sentença de morte’’
- Levado ao MP, Silva confirmou a denúncia, e disse ainda que um escrivão, que identificou como ‘‘Marquinhos’’, havia lhe pedido dinheiro para acelerar o inquérito, pedido que lhe havia sido lembrado a seguir por Borges (que ainda não havia sido preso pela PM) e o investigador Ardanaz

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