Preocupações perenes como agrotóxicos, intoxicação no ambiente de trabalho e na sociedade, enfim, meio ambiente sustentável, vão ser debatidas lado a lado com questões bem mais recentes, vide ecstasy e os alimentos geneticamente modificados, no III Congresso Brasileiro de Toxicologia. O evento começa amanhã e vai até quinta-feira, em Londrina.
O evento será aberto com a palestra ''A Toxicologia como Instrumento de Transformações Sociais'', que será ministrada pelo consultor em Meio Ambiente e Toxicologia de Salvador (BA), Fausto Antônio de Azevedo. O evento reunirá 64 conferencistas de vários países. Estão confirmadas presenças de profissionais da Europa, Estados Unidos e América Latina.
Além das palestras e mesas redondas, o congresso traz um leque variado de cursos, que abordam o tema desde o aspecto sócio-ambiental, passando por gerenciamento de risco, laboratórios e análise forense. Paralelo ao evento, acontece também o Simpósio de Emergências em Toxicologia Clínica e o Simpósio Brasileiro de Agrotóxicos.
O congresso acontece no Hotel Sumatra e, segundo a organização, 770 pessoas já inscreveram. Maiores informações podem ser obtidas no endereço eletrônico da Sociedade Brasileira de Toxicologia, no www.sbtox.org.br

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