Q - ... Dividiu-se em três partes o Universo, e cada qual logrou sua dignidade. Coube-me habitar o mar alvacento, quando se tiraram as sortes; a Hades couberam as brumosas trevas e coube a Zeus o vasto Céu, no éter, e as nuvens. A Terra ainda é comum a todos, assim como o vasto Olimpo. (HOMERO. Ilíada. São Paulo : Difusão Européia do Livro, 1961. p. 261-262.)
Segundo o texto de Homero, a origem do universo é explicada pela divisão feita por Cronos entre seus três filhos: Posêidon, Hades e Zeus. A visão mítica revelada por relatos como esse permeou as sociedades gregas e romanas da Antigidade e atribuiu um caráter religioso ao seu legado artístico e cultural. Sobre a religião dessas sociedades, é correto afirmar:
V -) A mitologia era a base da religião, celebrada no culto aos antepassados, aos deuses e aos heróis.
F -) Para os romanos, os deuses eram seres que não se identificavam com os vícios ou com as virtudes dos seres humanos.
F -) Os mitos relatavam a criação do mundo e as relações entre deuses e homens, apresentando exemplos morais que deveriam pautar o comportamento humano.
V -) Na religião da Grécia e Roma antigas, os heróis eram homens que praticavam ações extraordinárias, recebendo a mesma veneração destinada aos deuses.
F -) Na Grécia, o culto a Júpiter não permitia a veneração de divindades protetoras das diversas cidades.
F -) O conjunto de mitos criado pelos gregos permaneceu inalterado mesmo depois de sua adoção pelos romanos.
V -) Na sociedade grega, estabeleceu-se uma relação íntima entre arte e religião; a arquitetura, a escultura, a poesia e o teatro tinham como fundamento o culto religioso e a perpetuação dos mitos.
Q - O dia 27 de julho de 1214 caiu num domingo. Domingo é o dia do Senhor, e como tal lhe deve ser inteiramente dedicado. Conheci camponeses que ainda estremeciam quando o mau tempo os forçava a fazer a colheita num domingo: sentiam pairar sobre si a cólera do céu. Para os fiéis do século XIII, ela era muito mais ameaçadora. E o pároco de sua igreja não proibia, nesse dia, apenas o trabalho manual. Tentava convencê-los a purificar integralmente o tempo dominical, a evitar as três máculas, as do dinheiro, do sexo e do sangue derramado. Daí que naquele tempo ninguém gostasse de lidar com dinheiro no domingo. Por esta razão os maridos, se fossem piedosos, evitavam aproximar-se de suas mulheres nesse dia, e os homens de armas, se fossem piedosos, sacar da espada. (DUBY, G. O domingo de Bouvines. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1993. p. 13.)
Sobre o mundo feudal ocidental, é correto afirmar:
V -) Segundo Duby, a Igreja exercia forte influência na vida cotidiana dos católicos da Idade Média, controlando vários de seus comportamentos.
V -) A Ordem dos Beneditinos estabeleceu uma regra que serviria para todos que seguissem a vida monástica: orar e trabalhar. Para orar havia necessidade de alfabetização; assim, os monastérios se tornaram os principais centros culturais da Europa até o surgimento das Universidades.
V -) O clero era um importante segmento da sociedade feudal, atuando como árbitro nas disputas entre os vários senhores e os diversos reinos. Contudo, também buscava defender os interesses econômicos e políticos da Igreja, ela mesma possuidora de diversos feudos.
F -) A Igreja estimulava a usura e o maior lucro possível nas atividades comerciais. Tal atitude pode ser considerada como o principal fator para o desenvolvimento das cidades européias na Alta Idade Média.
V -) Com relação às guerras e combates entre cavaleiros, a Igreja medieval estabeleceu a Trégua de Deus, limitando os dias em que os homens de armas poderiam desembainhar suas espadas.
V -) Juntamente com as pregações religiosas, a palavra de Deus também era transmitida aos fiéis através da arquitetura das catedrais e das artes visuais.
Q - Estado absolutista, sociedade estamental, política mercantilista, exploração colonial e desenvolvimento mercantil são partes constituintes de um todo denominado Antigo Regime. Assim, o Antigo Regime apresentava componentes de origem feudal e componentes que prenunciavam o capitalismo. É devido a tal característica que se pode considerar a Idade Moderna como um período de transição do feudalismo ao capitalismo. (KOSHIBA, L.; PEREIRA, D.M.F. História do Brasil. 7 ed. São Paulo : Atual, 1996. p. 10.)
Para esse longo processo de transformações, identificado com a Idade Moderna, concorreram inúmeros fatores, dentre os quais é correto apontar:
V -) A crescente valorização da vida terrena, que favoreceu a disseminação da idéia de liberdade pessoal e permitiu a cada indivíduo expressar suas dúvidas e paixões, em busca da realização e da felicidade.
V -) O fortalecimento político do Estado, que tomou para si a responsabilidade de ministrar a justiça, interferindo sobremaneira nos vínculos e articulações familiares e comunitárias.
V -) A crescente complexidade das relações econômicas, que no início decorreu do desenvolvimento do comércio e, posteriormente, da produção industrial.
F -) A contestação aos ideais da Renascença, que fortaleceu os princípios do pensamento escolástico, base ideológica da ciência experimental moderna.
F -) O progressivo fortalecimento dos senhorios rurais, particularmente na Inglaterra, que ocasionou o crescimento de populações vinculadas à exploração agrícola.
V -) O surgimento das idéias iluministas, que, juntamente com as transformações nas relações de produção, inspiraram e orientaram as revoluções que derrotaram o Antigo Regime.
Q - Jean de Léry, em seu livro Viagem à terra do Brasil, fala do estranhamento que os tupinambás tinham com relação ao interesse dos europeus pelo pau-brasil: Uma vez um velho perguntou-me: Por que vindes vós outros, mairs e perôs (franceses e portugueses) buscar lenha de tão longe para vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra? Respondi que tínhamos muita mas não daquela qualidade, e que não a queimávamos, como ele o supunha, mas dela extraíamos tinta para tingir (...). Retrucou o velho imediatamente: e porventura precisais de muito? - Sim, respondi-lhe, pois no nosso país existem negociantes que possuem mais panos, facas, tesouras, espelhos e outras mercadorias do que podeis imaginar, e um só deles compra todo o pau-brasil com que muitos navios voltam carregados. (In: LÉRY, J. de. Viagem à terra do Brasil. Belo Horizonte : Ed. Itatiaia; São Paulo : Ed. USP, 1980. p. 168-9.)
Com base no seu conhecimento da história das primeiras décadas da colonização do Brasil, é correto afirmar:
V -) Alguns Estados europeus não reconheciam o direito de Portugal sobre a nova terra e, dessa forma, empreendiam incursões a fim de disputar a posse das riquezas naturais nela existentes.
V -) O pau-brasil, árvore então encontrada em abundância na Floresta Atlântica, era o principal produto brasileiro comercializado na Europa, onde o utilizavam como matéria-prima nas manufaturas têxteis.
V -) Na exploração econômica do pau-brasil, o escambo representou a principal forma de relações comerciais entre europeus e indígenas da América Portuguesa.
F -) A exploração do pau-brasil só se tornou economicamente rentável para os portugueses com a introdução da mão-de-obra escrava africana.
V -) Tanto franceses como portugueses aproveitavam-se das desavenças entre grupos tribais para a obtenção de homens para o trabalho e para a guerra.
F -) A presença de Jean de Léry em solo brasileiro está associada ao episódio da criação da França Austral, momento em que aquela potência expandiu os seus domínios até o extremo sul do continente americano.
Q - Sobre a situação da Inglaterra no início do século XVIII, o historiador Pierre Deyon fez a seguinte avaliação: Manufaturas bem protegidas, (...) uma marinha poderosa, uma agricultura próspera e lucrativa, instituições parlamentares e políticas favorecendo a consulta e o confronto dos interesses, a Inglaterra estava pronta para a grande aventura industrial. As duas revoluções políticas que ela atravessara no século XVII tinham liquidado as confrarias, as guildas, os privilégios, muitos vestígios, obstáculos e preconceitos herdados do passado, e contribuíram para fazer do mercantilismo um meio muito eficaz de poder e de progresso nacional. (DEYON, P. O mercantilismo. São Paulo : Perspectiva, 1973. p. 34.)
Com relação ao texto acima, assinale a(s) alternativa(s) correta(s):
V -) A grande aventura industrial a que Deyon se refere foi a Revolução Industrial inglesa do século XVIII, beneficiada, entre outros fatores, pela acumulação de capital gerado por operações de comércio, contrabando e tráfico de escravos, durante os séculos XVI, XVII e XVIII.
F -) No mercantilismo, as operações de comércio desenvolveram-se sob a égide das idéias dos fisiocratas franceses, que consideravam a acumulação de moeda sinônimo de riqueza de uma nação.
F -) Durante os séculos XVII e XVIII, o setor agrícola inglês manteve processos de produção marcados pela exploração comunitária das terras e pelo regime de trabalho familiar.
V -) As duas revoluções mencionadas por Deyon foram a Revolução Puritana (1642-1649) e a Revolução Gloriosa (1688), que consolidaram o poder político da burguesia mercantil e dos setores agrários capitalistas.
V -) Ao citar as confrarias, as guildas, os privilégios, Deyon refere-se a características do comércio dos burgos medievais, que se fundamentava em privilégios obtidos do senhor feudal a quem pertenciam as terras da cidade e nas regulamentações sobre a qualidade e produção de mercadorias.
F -) Ao mencionar a existência de uma marinha poderosa, Deyon está fazendo alusão ao fato de que a Inglaterra, desde o século XIV, rivalizava com os portugueses no comércio de especiarias nos portos do Mediterrâneo.
Q - Ao longo dos primeiros duzentos anos de dominação colonial, os espanhóis desenvolveram um setor mineiro que permitiu a manutenção da economia metropolitana e da posição internacional espanhola em meio às demais nações da Europa Ocidental. As primeiras descobertas ocorreram no México e no Peru. (...) Foi exatamente nessas regiões que os espanhóis abriram as minas e criaram os subsetores vinculados aos núcleos mineiros e às grandes propriedades fundiárias dedicadas à lavoura e à pecuária. O sucesso da empresa literalmente dizimou a população indígena e destruiu as estruturas agrárias anteriores à conquista. A estância, unidade produtora voltada para a pecuária, surgiu das ruínas dessas culturas dizimadas pelos espanhóis. (STANLEY, J. S. e STEIN, B. A herança colonial na América Latina. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1976. p. 29-35.)
Considerando seus conhecimentos sobre o sistema colonial, identifique a(s) alternativa(s) correta(s):
F -) No sistema colonial espanhol, a metrópole deveria garantir o desenvolvimento econômico de seus domínios americanos, e a mineração tinha por objetivo preservar as estruturas produtivas pré-coloniais.
V -) A extração de metais das terras americanas cumpria um dos objetivos do metalismo espanhol, que era acumular metais nobres e, assim, aumentar a riqueza do Estado.
V -) Juntamente com a extração de metais, as colônias espanholas na América mantiveram atividades agrícolas cuja base eram sistemas compulsórios de trabalho indígena: a encomienda e a mita.
F -) A Espanha manteve-se como grande potência econômica até o século XIX em razão de sua política administrativa, que garantiu a exploração equilibrada da mão-de-obra e a preservação da organização produtiva pré-colonial.
V -) Embora a mineração fosse a maior atividade econômica da América Espanhola, seguida pela agricultura, havia também a exportação de couro, sebo e charque para a Europa.
V -) Entre os elementos da herança colonial espanhola está o estabelecimento de um sistema agrário marcado pelo latifúndio.
Q - Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. (Preâmbulo à Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.)
Aceitando-se a premissa de que as leis geralmente espelham as idéias e a sociedade de seu tempo, é correto afirmar, acerca das constituições brasileiras:
V -) A Constituição do Império adotou medidas em harmonia com o ideário conservador da época, que entendia a centralização do poder como condição para se garantir a ordem social e a unidade do Estado nascente.
F -) A despeito de seu caráter conservador, alguns artigos da Constituição de 1824 remetiam a mudanças radicais. Devido às pressões abolicionistas, estabeleceu-se o ano de 1871 como prazo para a extinção definitiva do tráfico de escravos africanos para o Brasil.
V -) O texto da primeira Constituição republicana foi, em grande parte, influenciado pelos ideais do liberalismo político norte-americano. Não por acaso, adotou-se o regime presidencialista e consagrou-se o federalismo.
V -) A segunda Constituição republicana, promulgada em 1934, preservou o federalismo, o presidencialismo e a independência dos três poderes, introduzindo, como novidade, a legislação trabalhista.
F -) A Constituição de 1937 objetivava basicamente referendar os cânones do liberalismo político norte-americano, em oposição às idéias autoritárias e centralizadoras dos regimes totalitários europeus.
V -) Os textos constitucionais de 1967 e 1969 representavam o pensamento dos militares e dos grupos políticos conservadores, pois incorporaram boa parte dos atos institucionais autoritários e antidemocráticos editados nos anos iniciais do regime militar.
Q - O café continuava a reinar absoluto no cenário político e econômico do país. A Monarquia tinha acabado, mas o café manteve a majestade na República, como o grande centro dinâmico da economia (...). Se o café era o pólo dinâmico da economia nacional nesse início de século, não era, entretanto, a única atividade importante do setor primário exportador. Açúcar, algodão, cacau e borracha n esta, especialmente n tinham também participação significativa na pauta de exportações. (TEIXEIRA, F. M. P. História concisa do Brasil. São Paulo : Global, 1993. p. 213 e 218.)
Sobre a economia brasileira na passagem do século XIX para o XX, é correto afirmar:
V -) No início do século XX, ocorreram crises de superprodução de café, geralmente solucionadas por meio de medidas governamentais, como a sustentação de um preço mínimo e a compra de excedentes.
V -) A borracha foi um produto de exportação de crescente destaque. Sua extração estava concentrada na Amazônia e propiciou um progresso rápido porém efêmero naquela região, pois a produção foi rapidamente suplantada pela de regiões como a Malásia, o Ceilão e a Indonésia.
F -) O algodão brasileiro, cultivado na região Sudeste, assumiu a liderança do mercado internacional na virada do século, em virtude da retração desse produto nos Estados Unidos e na Inglaterra no período que antecede a 1ªGuerra Mundial.
F -) Depois de um longo período de decadência, o açúcar brasileiro reassumiu a liderança no mercado internacional, graças às inovações tecnológicas implementadas nas usinas e à utilização intensiva de mão-de-obra imigrante.
V -) O cacau teve produção expressiva, concentrada, à época, no sul da Bahia. Sua importância para a história da sociedade e da cultura baianas pode ser captada na leitura de romances de Jorge Amado, como Gabriela, Cravo e Canela.
F -) A indústria brasileira passou por profundas transformações no final do século XIX, notadamente no que diz respeito à adoção de uma política de Estado visando garantir infra-estrutura e financiamento para a formação de um parque industrial voltado para o mercado internacional.
Q - A nova democracia brasileira difere radicalmente do modelo registrado na tradição. E a diferença mais notável está em que, nesta democracia de massas, o Estado se apresenta de maneira direta a todos os cidadãos. Com efeito, todas as organizações importantes que se apresentam como mediação entre o Estado e o indivíduo são, em verdade, antes anexos do próprio Estado que órgãos efetivamente autônomos (...). O sistema partidário, por outro lado, tem base nos dois agrupamentos (PSD e PTB) criados por Getúlio e, em larga medida, dependentes do seu prestígio pessoal (...). Neste quadro político - em que o Estado, através dos líderes populistas, se põe em contato direto com as massas - não há lugar de destaque para as ideologias. Os aspectos decisivos da luta política - as formas de aquisição e preservação do poder - estão vinculados a uma luta entre personalidades. (WEFFORT, F. O populismo na política brasileira. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1980.)
Considerando o período da história do Brasil situado entre 1946 e 1964, é correto afirmar:
V -) A democracia brasileira, no período em questão, foi sustentada mais por lideranças carismáticas do que por partidos fortes, amparados em ideologias claras.
F -) No período histórico mencionado, as oligarquias agrárias de São Paulo e Minas Gerais organizaram um sistema partidário que buscava, acima de tudo, a inclusão da classe trabalhadora na vida política.
V -) No populismo, a estrutura política brasileira afastou-se do modelo tradicional de democracia, na medida em que o Estado procurava manter as massas sob seu controle.
F -) Nos anos 1950, teve destaque a participação da Ação Integralista Brasileira como a principal organização política mediadora das relações entre Estado e trabalhadores.
V -) A tentativa de domínio político das massas pelo governo tornou-se manifesta em 1947, quando o Partido Comunista do Brasil foi novamente colocado na ilegalidade.
F -) A época mencionada no texto refere-se à complexa conjuntura produzida pela crise do governo do General Dutra, líder de um regime militar cujo fim proporcionou a reorganização partidária em torno de lideranças de esquerda.
Q - Ainda que a face mais óbvia da Guerra Fria fosse o confronto militar e uma corrida armamentista nuclear crescentemente frenética no Ocidente, este não foi seu maior impacto. (...) As armas nucleares não foram usadas, o caro material tecnológico da competição entre superpotências provou-se indecisivo. A constante ameaça de guerra produziu movimentos internacionais pela paz, essencialmente dirigidos contra as armas nucleares, que de tempos em tempos tornavam-se movimentos de massa em partes da Europa e eram considerados pelos Cruzados da Guerra Fria como armas dos comunistas. (HOBSBAWN, E. A era dos extremos. São Paulo : Companhia das Letras, 1994.)
Sobre o contexto da Guerra Fria e considerando o texto acima, é correto afirmar:
F -) A Guerra Fria foi um confronto militar de consequências trágicas, que aconteceu ao mesmo tempo que a Segunda Grande Guerra.
V -) A característica mais evidente da Guerra Fria foi uma corrida armamentista, em que cada bloco de países procurava superar o outro em número e tipo de armas.
V -) Os países envolvidos na Guerra Fria organizaram-se em alianças militares n OTAN e Pacto de Varsóvia n que detinham grande influência na Organização das Nações Unidas (ONU).
F -) Uma política de coexistência pacífica, capaz de amenizar as tensões da Guerra Fria, sempre foi combatida pelos líderes soviéticos, inclusive com a recusa de estabelecer relações diplomáticas com os países da Europa Ocidental.
F -) Segundo Hobsbawn, os Cruzados da Guerra Fria estariam representados por regimes autocráticos, reunidos no bloco militar do Pacto de Varsóvia.
V -) A Guerra Fria foi responsável pelo surgimento de movimentos pacifistas no Ocidente, direcionados contra as armas nucleares e denunciados como manobras comunistas pelos estrategistas norte-americanos.


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