Condutores alegam inocência
Para o comerciário Paulo Sérgio Dama, 30 anos, a espera não é o principal problema com o curso do Detran. ''O duro é pagar pelo que não devo'', reclamou. Dama garante que não é responsável pelas multas que o obrigaram a fazer a reciclagem. ''Vendi meu carro no ano passado mas quem comprou não fez a transferência. Mesmo reunindo todos os documentos da venda, meu recurso não foi aceito'', disse.
Há 20 dias morando em Londrina, o administrador Richard William Maturana, de 34 anos, também teve uma surpresa quando foi renovar a carteira de motorista estava suspensa por causa de três multas, duas por avanço de sinal vermelho e outra por não obedecer ordem de agente de trânsito. ''Essas multas ocorreram em locais onde eu não estava'', justificou.
O chefe do Detran em Londrina, Rubens Loureiro, explicou que no caso de venda de veículo é necessário a comunicação imediata ao Detran, o que pode ser feito com uma cópia autenticada do recibo de venda. No caso do administrador Maturana, Loureiro levantou a hipótese de haver um ''dublê'' do veículo e solicitou documentos para investigar o caso. (C.P.)





