A coincidência entre o pobre e pouco estruturado jardim da zona norte e o suntuoso Alphaville da zona sul só fica mesmo no nome. As ruas esburacadas e, em sua grande parte, sem pavimentação, com suas casas modestas, ora em madeira ou em alvenaria inacabada, contrastam com a magnitude de um empreendimento que é sinônimo de elitização social. No Jardim Belleville vivem quase 400 famílias, a grande parte de média e baixa rendas, mas que ainda mantêm o orgulho de serem do ''Jardim Alphaville''.
O empreendimento, que será lançado em agosto será implantado na zona sul, em uma área de 660 mil metros quadrados, oferecendo 484 lotes residenciais (de 600 a 1.050 metros quadrados) e 17 lotes comerciais.
Estima-se que a instalação do AlphaVille trará de imediato investimentos de R$ 18 milhões. Hoje os condomínios AlphaVille estão espalhados em sete cidades, cinco brasileiras e duas portuguesas. O primeiro surgiu há 28 anos em Barueri, Região Metropolitana de São Paulo.
Se no ex-jardim Alphaville o lazer da comunidade se restringe aos poucos bares e mercearias e aos precários campos erguidos sobre terrenos baldios, o que o ''primo rico'' da zona sul reserva é no mínimo um sonho para os habitantes da zona norte. Além de segurança e infra-estrutura invejável, os moradores do AlphaVille terão à sua disposição dois parques, com ciclovias, quiosques e clube próprio.
Trata-se do AlphaVille Londrina Clube. Em área de 34.800 m2, o local irá dispor de club house (sede social), que inclui bar, salão de festas, restaurante e amplos terraços com vista para as piscinas totalizando 1.200 metros quadrados de área construída.

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