Condomínio gerenciará obras de guichês
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 07 de janeiro de 1998
Lucinéia Parra 
Marcos NegriniArquiteturaRodoviária de Maringá terá guichês de passagens padronizados, obedecendo ao estilo do prédioO Sindicato das Empresas de Transportes Intermunicipais, Interestaduais e Internacionais de Maringá está criando um condomínio para administrar a construção dos guichês de venda de passagens na nova rodoviária. O objetivo é baratear os custos e padronizar os guichês em conformidade com a arquitetura do novo prédio. A expectativa é de que a construção dos guichês seja feita em 60 dias e de que a nova rodoviária seja inaugurada até a segunda quinzena de março.
De acordo com o presidente do sindicato, Massao Wilson Carlos Horita, cerca de 20 empresas deverão operar na nova rodoviária. O número exato das empresas será definido no próximo dia 15 quando serão abertas as propostas de compra dos espaços no novo terminal. Já temos a confirmação verbal de 10 empresas que com certeza vão operar na nova rodoviária, mas ao todo 23 empresas devem comprar os espaços para construir os guichês de venda de passagens, disse Horita. Ele salienta que a confirmação oficial só sairá após a abertura das propostas feitas através de licitação pública.
Enquanto a confirmação do número de empresas não sai, o sindicato, segundo Horito, já está se mobilizando para formar um condomínio que irá administrar a construção dos guichês. Ele explica que o condomínio vai permitir o barateamento dos custos, além de definir o design das construções.
A estimativa é de que o custo da obra fique em R$ 400,00 o metro quadrado. Em média, cada empresa deverá investir entre R$ 5 e R$ 7 mil na construção dos pontos de venda de passagens. Conforme Horita, a proposta do sindicato é usar material de qualidade para garantir maior durabilidade da obra e conforto aos usuários.
Conforme o projeto original da nova rodoviária, o espaço reservado aos guichês de venda de passagens é de 650 metros quadrados com capacidade para abrigar até 38 quiosques. A partir da inauguração do novo terminal, a prefeitura não vai permitir a terceirização na venda de passagens nos guichês devidamente instalados. Este processo, conforme Horita é comum na atual rodoviária. Empresas que operam com apenas uma ou duas linhas utilizam os guichês de outras empresas para vender as passagens.
O principal fator para este tipo de ocorrência é a falta de espaço para abrigar novos guichês, mas segundo Horita, este problema não vai mais existir com o novo prédio. Ele salienta que todas as empresas terão que ter um espaço próprio para vender as passagens.


