Em Maringá, as manifestações contra o governo do Estado serão realizadas na Praça Raposo Tavares, no centro da cidade. Além dos professores e funcionários da rede estadual de educação que estão em greve há quase duas semanas, também devem engrossar o movimento os funcionários e professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), estudantes e servidores públicos estaduais de outros setores como o da saúde.
A expectativa é de que aproximadamente cinco mil pessoas participem da manifestação. Na UEM, uma assembléia será iniciada às 8 horas no Restaurante Universitário do câmpus, para decidir pela deflagração da greve dos servidores da instituição. Após a decisão os manifestantes seguem em passeata até a Praça Raposo Tavares, onde está marcado a grande concentração de professores da rede estadual a partir das 9 horas.
Na mesma praça, também de manhã, está prevista uma manifestação da Associação dos Mutuários da Caixa Econômica Federal para denunciar a política habitacional da instituição financeira. Esposas e familiares de policiais militares também prometem estar presentes.
Os estudantes universitários também prometem se unir aos servidores da UEM. ‘‘Vamos dar total apoio à greve, caso se decida por ela; e nós também estaremos decretando greve contra a falta de estrutura da universidade’’, disse Marcelo Júnior dos Santos, da União Paranaense dos Estudantes. -

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