Comunidade participa da
decisão de prioridades
Da Redação
O Colégio Estadual Ubedulha Oliveira, de Londrina, e o Colégio Estadual Unidade Pólo, de Maringá, vão receber uma verba idêntica do Proem, de R$ 126 mil. Do total, R$ 50 mil serão utilizados em reformas e R$ 76 mil destinados a ampliações, que incluem um laboratório de informática e uma biblioteca.
‘‘Toda a escola está motivada e aguardando os recursos. A APM, a direção, o Conselho Escolar, alunos, professores e pais estarão presentes nesta sexta-feira à assinatura do convênio com o governo do Estado. Vamos levar o nosso entusiasmo até o governador. E na segunda-feira já estaremos reunidos novamente para estudar como aproveitar esse dinheiro da melhor forma possível’’, diz a diretora do Ubedulha Oliveira, Roseli de Camargo.
Usar bem os recursos é uma preocupação das escolas. O fato de a administração e contratação de produtos e serviços estar a cargo das APMs favorece a participação da comunidade no processo. A direção e os professores sugerem mudanças e mostram necessidades sentidas nas salas de aula; alunos e pais também indicam as suas preferências. ‘‘Para a nossa clientela, o valor liberado pelo Proem representa muita coisa. A verba tem que ser aplicada com muito cuidado e com transparência’’, diz a diretora.
Os 2.480 alunos do Colégio Estadual Unidade Pólo, de Maringá, também estão ansiosos pela assinatura do convênio. Os recursos do Proem irão atender obras prioritárias dessa escola, criada em 1975, como a troca da iluminação externa, fechamento do ginásio de esportes e colocação de hidrante, entre outras.
Por ser uma escola de bairro, com os alunos morando na vizinhança, a Unidade Pólo tem uma comunidade bastante participativa, levando à frente algumas construções e reparos. A APM está cuidando da cobertura do ginásio, enquanto a direção da escola trabalha para viabilizar recursos junto à comunidade e empresas da região para construir um refeitório e uma cozinha.
‘‘Com a verba do Proem, vamos continuar trabalhando em conjunto. A comunidade poderá opinar onde aplicar esse dinheiro. E vamos analisar onde gastar cada centavo. Administrando bem os recursos conseguiremos fazer tudo o que precisamos’’, acredita a diretora Elizeth Valderama.

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