Comunidade ameaça segurar gerente e reunião fica tensa
No meio da reunião, o cacique Moisés Lourenço pediu 10 minutos para discutir a proposta da Copel com a comunidade. Depois disso aconteceu o momento de maior tensão do reunião. Os índios queriam que o gerente da empresa permanecesse na reserva até que a situação ficasse resolvida. Sugeriram que os cálculos poderiam ser feitos em Curitiba e enviados por fax. Romano Laslowsky alegou que seria impossível levantar os números em menos de uma semana.
Depois de muita conversa, um novo encontro foi marcado para o próximo dia 20, na reserva. Nós estamos confiando nele, os funcionários vão poder ir para suas casas e o trabalho vai voltar ao normal. Mas se até o dia 20 não voltarem com a proposta, vamos endurecer. E e aí ninguém vai poder sair da usina, afirmou o cacique. A ata da reunião foi assinada como termo de compromisso pelas duas partes.





