A Usina de Compostagem, comparada no final da gestão do então prefeito Luiz Eduardo Cheida (1996), ainda não foi instalada e continua depositada na fábrica da Iguaçumec, em Cornélio Procópio. Foram gastos aproximadamente R$ 800 mil com a usina.
Na usina, funcionários também trabalhariam na separação do lixo, que teria o seu subproduto orgânico transformado em compostagem (adubo) e os materias recicláveis separados. Cheida disse não entender o motivo pela não instalação da usina que, na época, exigiria o investimento de R$ 50 mil da empresa responsável pela coleta de lixo. ‘‘Acho que houve falta de interesse político’’, disse.
O diretor-presidente da Iguaçumec, Francisco Elóis Pagolla, disse que em função de uma auditoria feita nos bens da empresa foi necessário repor algumas peças da usina, o que resultou em gasto de R$ 35 mil. ‘‘Pretendemos negociar com a prefeitura o tempo de armazenagem da usina.’’ Segundo ele, o aluguel para esse tipo de armazém equivale a R$ 2 mil por mês. Sella disse que a usina deverá ser instalada no novo aterro sanitário.

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