Como identificar notícias falsas
Desconfie das manchetes. Notícias falsas frequentemente trazem manchetes apelativas em letras maiúsculas e com pontos de exclamação. Se o título parecer inacreditável, desconfie
Olhe atentamente para o endereço do site. Muitos sites de notícias falsas imitam veículos de imprensa autênticos, copiando o layout e fazendo pequenas mudanças na URL. Compare a URL com a de veículos de imprensa estabelecidos
Investigue a fonte. Certifique-se de que a reportagem tenha sido escrita por uma fonte confiável e de boa reputação. Se for uma organização não conhecida, verifique a seção "Sobre" do site para saber mais sobre ela
Fique atento a formatações incomuns. Muitos sites de notícias falsas contêm erros ortográficos ou apresentam layouts estranhos. Se perceber esses sinais, redobre a atenção
Considere as fotos. Notícias falsas frequentemente contêm imagens ou vídeos manipulados. Algumas vezes, a foto pode ser autêntica, mas ter sido retirada do contexto. Você pode procurar a foto ou imagem para verificar de onde ela veio
Confira as datas. Notícias falsas podem conter datas que não fazem sentido ou até mesmo datas que tenham sido alteradas
Falta de evidências sobre os fatos ou menção a especialistas desconhecidos pode ser uma indicação de notícias falsas
Busque outras reportagens. Se nenhum outro veículo na imprensa tiver publicado uma reportagem sobre o mesmo assunto, isso pode ser um indicativo de que a história é falsa. Se a história for publicada por vários veículos confiáveis na imprensa, é mais provável que seja verdadeira
Algumas vezes, as notícias falsas podem ser difíceis de distinguir de um conteúdo de humor ou sátira. Verifique se a fonte é conhecida por paródias e se os detalhes da história e o tom sugerem que pode ser apenas uma brincadeira
Algumas histórias são intencionalmente falsas. Pense de forma crítica sobre as histórias lidas e compartilhe apenas as notícias que você sabe que são verossímeis
Fonte: Facebook com o apoio da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), Projor (Instituto para o desenvolvimento do Jornalismo), ITS (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio) e Mackenzie





