O caso do adolescente infrator que procurava um emprego, cuja história foi relatada na primeira reportagem da série publicada pela Folha de Londrina sobre a criminalidade entre os jovens, permanece sem solução. A promotora da Vara da Infância e Juventude, Édina Maria Silva de Paula, relatou que, apesar de ter prometido ajudar, não conseguiu encontrar uma colocação para o rapaz.
Com uma história de vida complicada, o jovem, que completou 18 anos recentemente, ainda espera por uma chance. ''Os empresários da cidade poderiam agir e dar uma oportunidade de trabalho ao rapaz'', cobrou Édina. A promotora ressaltou ainda que ele desistiu de cumprir a mórbida promessa de assassinar o desafeto conhecido como Januário.
O outro exemplo citado na matéria foi da garota que sempre viveu nas ruas e teve passagens por clínicas de recuperação de viciados em drogas. Atualmente, ela está morando com a família. Já o resultado do teste de HIV, feito pela menina, deu negativo. A promotoria aguarda vaga em clínica para tratamento de desintoxicação química.

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