A diretora do Núcleo de Bem Estar da Comunidade (Nubec), órgão que cuida do Restaurante Universitário (RU), professora Jolinda de Moraes Alves, admite que as condições do restaurante não são as melhores e que os alunos têm todo o direito de reclamar. Ela disse que, desde que assumiu o cargo, em junho, vem recebendo reclamações. Segundo ela, a reitora da UEL, Lygia Pupato, criou há poucos dias a comissão para fazer o diagnóstico e propor medidas que aprimorem o funcionamento do RH.
Jolinda adiantou que a reitora liberou uma verba suplementar no valor de R$ 120 mil, para fazer os pedidos dos materiais necessários. Ela explicou que os materiais podem demorar um pouco para chegar, pois a universidade abre licitação para escolher o distribuidor. ''Às vezes ganha uma empresa de longe e a entrega dos produtos atrasa um pouco''. Para justificar o grande número de pessoas que são atendidas no RU, ela diz que o motivo é o pequeno valor da refeição, R$ 0,70 para os funcionários, R$ 1,30 para os alunos e R$ 1,90 para os professores. ''Temos um déficit mensal de R$ 10 mil. O custo de cada refeição para a UEL é de R$ 1,40''. falou. ''Talvez tenhamos que aumentar o valor das refeições para R$ 1,50''.
Em relação à infra-estrutura, Jolinda conta que há a possibilidade de ampliação do restaurante, mas depende de uma autorização e verba do Estado. Para melhorar o fluxo nas filas a diretora pretende mudar as entradas dos alunos e funcionários e também uma mudança no guichê.

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