Uma comissão de sindicância formada por professores e um representante da procuradoria jurídica da UEL tem até 6 de dezembro para concluir uma apuração sobre eventuais responsabilidades numa licitação para prestação de serviços para o HU que apresentou indícios de irregularidades. O trabalho teve início no começo do mês passado. Dois funcionários do HU em cargos de confiança que teriam relação com o caso foram afastados temporariamente pela reitora Lygia Pupatto.
Segundo o professor Marcos de Castro Faleiros, vice-diretor do Centro de Ciências Exatas (CCE) e presidente da comissão, os trabalhos realizados até agora não permitiram conclusões parciais. ''O que quero deixar claro é que esta comissão não determinou o afastamento de ninguém, até porque não tem poder para isso'', disse o professor.
A reitora não deu muitos detalhes sobre o caso. ''Há dois anos, criamos duas equipes permanentes de auditoria, uma no campus e outra no HU. Elas realizam trabalhos de rotina, preventivos. Estes dois funcionários do hospital foram afastados apenas por cautela. Queremos preservar as pessoas'', disse ela.

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