A Comissão de Segurança da Câmara de Londrina e representantes das entidades que participaram da formulação do plano de segurança local reuniram-se ontem para traçar estratégias para implantação do projeto. Os membros querem uma resposta imediata do governo do Estado, responsável pela realização da maioria das melhorias propostas no plano em março. Um ofício deve ser enviado ao secretário de Justiça, Luiz Carlos Delazari, pedindo urgência no agendamento de uma audiência pública.
Os três deputados estaduais do município também devem ser convidados a auxiliar nas articulações. A audiência estava agendada para o início do mês mas foi cancelada em virtude do afastamento do secretário.
''Sabemos que início de governo é difícil mas esperamos uma resposta corajosa do governador para Londrina'', afirma o presidente do Conselho Municipal de Segurança, Pedro Marcondes. Segundo ele, uma dos problemas mais urgentes é o efetivo da Polícia Militar. O plano aponta que há um déficit de pelo menos 300 homens, que deve aumentar nos próximos meses. ''Pelo menos 50 policiais estão em processo de aposentadoria.''
O déficit de Londrina pode ser amenizado com a contratação dos aprovados no último concurso da PM. Requião autorizou a contratação de 900 pessoas. Londrina, Curitiba e Região Metropolitana e Foz do Iguaçu, segundo a Secretaria de Segurança Pública, são as áreas prioritárias. Não há previsão para o início das atividades. A assessoria da secretaria informou que a audiência em Londrina será remarcada.

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