O presidente da Comissão de Licitação da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Marcos Antonio Bacarin, assegurou que a documentação relativa à empresa argentina Transporte 9 de Julho, que compõe o Consórcio Copama junto com a Ecosystem de Curitiba, são legais e se equivalem aos documentos expedidos no Brasil.
‘‘A forma de se expedir os documentos (na Argentina) é diferente mas são equivalentes às exigências brasileiras’’, garantiu Bacarin. A participação de empresas estrangeiras, segundo ele, está normatizada no edital de licitação. Para ele, os questionamemtos são fruto da disputa entre as empresas que ‘‘usam todos os argumentos que julgam procedentes’’ na briga pelo contrato de R$ 39 milhões.
Bacarin explicou que, encerrada a fase de diligências, das quatro empresas interessadas pela coleta de lixo, duas foram habilitadas: o Consórcio Copama e a Vega Ambiental. A empresa Fossil Saneamento, de Brasília, foi desabilitada. O Consórcio CGC/Cima, que havia sido aprovado na fase preliminar, foi desabilitado após as diligências. A empresa tem até amanhã para justificar o conteúdo dos novos documentos juntados pela comissão.
A comissão espera concluir a análise dos novos documentos recolhidos até o final dessa semana. A expectativa de Bacarin é anunciar, na segunda-feira, 11 de março, quais empresas estarão aptas a prosseguir no processo de licitação.

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