Comércio informal não prejudica, diz gerente da TCGL
O gerente-geral da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Gildalmo Mendonça, afirmou que a venda de passes pelos ambulantes não prejudica diretamente a TCGL, já que as empresas têm que comprar o vale-transporte da TCGL. ''Nós temos a autorização da CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) para a confecção e venda do passes. Então, eles precisam comprar de nós para fornecer aos funcionários e também os estudantes'', disse.
Segundo Mendonça, o grande problema do comércio paralelo é que ali pode ser ponto de receptação de passes roubados e derrame de passes falsos. Além da venda de passes escolares, essa venda é que prejudica a empresa uma vez que os estudantes têm a tarifa subsidiada, pagam meia passagem. Para ele, a responsabilidade da fiscalização é da CMTU.
Para o presidente da CMTU, Wilson Sella, como o comércio de passes pode ser caracterizado como moeda paralela, a Polícia Federal (PF) seria a responsável pela fiscalização. A reportagem não localizou ontem o delegado-chefe da PF, João Luis do Prado.





